Kirigami (do
japonês: de kiru, "recortar", e kami, "papel") é a arte
tradicional japonesa de recorte o papel, criando representações de determinados
seres ou objetos. Kirigami ou Origami Arquitetônico é uma
variação do origami,
uma arte japonesa
de recorte e colagem de papéis. Quando se faz a arte do kirigami, o objeto fica
em 3D, ou seja, elas ficam
formas verdadeiras, mas menores.
A concepção
original do Origami Arquitetônico foi desenvolvida em 1981 por Masahiro Chatani, um
professor de arquitetura do Instituto de Tecnologia de Tóquio.
Juntamente com Keiko Nakazawa, Chatani escreveu livros ensinando a técnica e
revelando os modelos de origami arquitetônico. Chatani diz que o origami
arquitetônico "explora o mistério da transformação do plano da segunda
para a terceira dimensão, levando em conta a dimensão
do tempo". E acrescenta: "Embora tenha sido criado na era dos computadores,
não é dos computadores, e sim da imaginação humana". Chatani diz ainda que
o Origami arquitetônico "pode ser considerado uma ponte entre o antigo e o
moderno, e entre as culturas do leste e do oeste". A técnica de Chatani
rapidamente se espalhou pelo mundo, ganhando inúmeros adeptos dos cartões
kirigami (Origamic Architeture).
No Japão,
os cartões costumam ser brancos e dão destaque à forma e aos detalhes. Além
disso, os japoneses confeccionam principalmente cartões com motivos de
monumentos, prédios e edifícios famosos. A produção industrial dos cartões é
criticada pelos idealizadores e adeptos do Kirigami, com a alegação de que sendo
confeccionados em gráfica, eles perderiam o caráter artesanal tradicional do
Kirigami.
Então, a
professora Luciane Idêne da disciplina de Artes desenvolveu um belo trabalho
com os alunos da 7ª série a respeito deste tema. Na sequência podemos
comprovar.



